Disciplinas


Ano Letivo 2017/2018

 

Objectivos Aqui
Dr.ª Eugénia Rodrigues
Objectivos Aqui
Dados Professor Aqui
Objectivos Aqui
Dados Professor Aqui
Objectivos Aqui

Licenciado Professor Ensino Básico – V/ Educação Física pela ESEC_Coimbra
Professor de Natação Nível I: bebes, adaptação ao meio aquática, aprendizagem; aperfeiçoamento;
Instrutor de Hidroginástica
Técnico de Atletismo Nível III
Técnico do Programa Nacional Marcha e Corrida
Personal Coach Ginásio Phive
ERA – RTS Introduction (Entrenamiento com Resistencias Avanzado) Resistance Institute
MAT Jumpstart Muscle Activation Tecnhiques (Lower Extremity) Resistance Institute

História Universal da Arte

 

 

A arte mesoamericana – Olmecas, Maias e Aztecas

A América andina – da época paleo-índia à decadência do Império Inca

 

Bibliografia Geral:

AA.VV., Os últimos mistérios do Mundo, Selecções do Reader’s Digest, Lisboa, 1979.
AA.VV., As grandes construções do Homem, Selecções do Reader’s Digest, Lisboa, 1988.
AA.VV., História da vida quotidiana, Selecções do Reader’s Digest, Lisboa, 1993.
AA. VV., História da Arte Universal, Vols. 2º e 3º, (dir. de Lawrence Gowing ), 1ª edição, Publicações Alfa, Lisboa, 2002.
CHÂTELET, Albert e GROSLIER, Bernard Philippe, História da Arte Larousse, Vol. 3º, Livraria Civilização, Barcelos, 1991.
KINDERSLEY, Dorling e SCARRE, Chris, Sinais do Tempo do Mundo Antigo DK/Público, Lisboa, 1993.
LAMAS, Maria, Mitologia Geral – o mundo dos deuses e dos heróis, 2 vols., Imprensa Universitária/nºs.85-86, Editorial Estampa, Lisboa, 1991.
PIJOAN, J., História da Arte, 10 vols., Publicações Alfa, Lisboa, 1972.
UPJOHN, Everard, WINGERT, Paul e MAHLER, Jane Gaston, História Mundial da Arte – Oriente e Extremo Oriente, Vol. 5, Enciclopédia de Bolso Bertrand (9ª Edição), Bertrand Editora, Venda Nova, 1997.
UPJOHN, Everard, WINGERT, Paul e MAHLER, Jane Gaston, História Mundial da Arte – Artes Primitivas e Arte Moderna, Vol. 6, Enciclopédia de Bolso Bertrand (9ª Edição), Bertrand Editora, Venda Nova, 1997.

Pedro Miguel Toucedo Dias Ferrão nasceu em Coimbra, no ano de 1965. Concluiu a licenciatura em História – variante de História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Foi membro do Secretariado do Núcleo Português da Exposição Feitorias. Arte Portuguesa na Época dos Descobrimentos, Europália/91. Entre 1991-1993 integrou o corpo redactorial do semanário Jornal de Coimbra.

Foi professor em diversas escolas e cursos técnico-profissionais, leccionando cadeiras nas áreas da História da Arte, Património Cultural e Museologia; professor convidado em 2002 do curso de História da Arte, da Universidade do Tempo Livre – Associação Nacional de Apoio ao Idoso (ANAI), exercendo idênticas funções, desde 2005, na Associação de Solidariedade Social de Professores (ASSP).

De 1991 a 1999 fez parte da Equipa Nacional do Inventário do Património Cultural Móvel, colaborando no estudo das colecções de ourivesaria e têxteis do Museu Nacional de Machado de Castro (MNMC), dos acervos patrimoniais dos Arciprestados de Anadia e de Vila Nova de Foz Côa, e do Governo Civil do Distrito de Coimbra.

Desde 1999 é Técnico Superior de Museologia do quadro de pessoal do MNMC, sendo co-responsável pelas colecções de ourivesaria, metais, têxteis e escultura. Colabora no inventário de colecções, concepção de guiões, montagem de exposições e na elaboração de material relativo às colecções do Museu.

Apresentou diversas comunicações e publicou vários artigos em revistas e catálogos, dos quais salientamos “A construção da Casa da Livraria das Universidade de Coimbra”, Actas do Colóquio A Universidade e a Arte. 1290-1990, Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 1993; “Misericórdia de Coimbra – Devoção e Arte”, Memórias da Misericórdia de Coimbra. Documentação e Arte, Coimbra: Santa Casa da Misericórdia de Coimbra, 2000; “A Espiritualidade da Arte Medieval e o Tesouro da Sé de Coimbra nos Séculos XII a XV”, Ourivesaria Medieval. Séculos XII a XV. A Colecção do Museu Nacional de Machado de Castro, Lisboa: Instituto Português de Museus, 2004; “Colecção de Escultura”, Museu da Guarda. Roteiro, Lisboa: Instituto Português de Museus, 2004; “Coimbra Medieval e a Arte da Ourivesaria”, Tesouros da Ourivesaria Medieval em Coimbra, Coimbra: Câmara Municipal de Coimbra/Museu Nacional de Machado de Castro, 2004 (co-autoria); “Percursos artísticos de Coimbra. As Idades do Ferro”,  As Idades do Fogo – forma e memória das artes e ofícios dos metais, Lisboa: Ministério da Segurança Social e do Trabalho/ Instituto do Emprego e Formação Profissional, 2005 (co-autoria); Museu Nacional de Machado de Castro. Roteiro, Lisboa: Instituto Português de Museus, 2005 (co-autoria); Manuel Jardim: impressões da Arte Moderna, Montemor-o-Velho: Câmara Municipal de Montemor-o-Velho/Museu Nacional de Machado de Castro, 2009 (co-autoria); Normas de Inventário. Arte. Ourivesaria, Lisboa: Instituto dos Museus e da Conservação, 2011 (co-autoria). 

É por todos reconhecido que Coimbra desempenhou um importante papel a nível nacional e, até mesmo internacional, desde os primórdios da nacionalidade. Cidade de ruas e ruelas, pátios e becos, escadinhas e arcos, a Aeminium dos romanos foi berço de nascimento de seis reis de Portugal[1] e a sua história confunde-se com a da própria Universidade que acolhe, uma das mais antigas da Europa.

A história de Coimbra está, igualmente, ligada, desde o século XIV, à história de amor de Pedro e Inês de Castro, vivida no Paço anexo a um dos espaços mais importantes da vida da cidade: o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. No século XVI, o Renascimento proporcionou à urbe um grande impulso cultural, com a decisão de D. João III de transladar definitivamente para Coimbra a Universidade, estímulo que continuou no século XVIII com a criação da Biblioteca Joanina.

Na primeira metade do século XIX, com as Invasões Napoleónicas e as Guerras Liberais, a cidade viveu um período de estagnação. No entanto, na segunda metade, com aparecimento de novas infra-estruturas[2], recuperou o esplendor perdido. No século XX, Coimbra foi crescendo, envolvendo no seu seio lugarejos e povoados da periferia, continuando a destacar-se no panorama nacional e internacional pela sua riqueza histórica e monumental.

Ao longo do presente ano iremos abordar, não só a história da cidade, dos seus monumentos, das suas instituições, mas também as vivências, todas as adaptações e mudanças vividas pela urbe e pelas gentes de Coimbra ao longo dos tempos.

 

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

I. Antes de Portugal

1.1. Lendas de (e sobre) Coimbra
1.2. Os primeiros vestígios de ocupação
1.3. A Aeminium (dos Romanos)
1.4. Invasões Germânicas e presença muçulmana
1.5. O Condado de Coimbra
1.6. A conquista de Fernando Magno
1.7. O Condado Portucalense

II. Da fundação da nacionalidade ao século XVIII

2.1. A capital do reino
2.2. A Coimbra medieval (economia, sociedade, instituições, espaço urbano e vivências)
2.3. Percursos artísticos de Coimbra: do Românico ao Gótico
2.4. Fragmentos da Coimbra Judaica e Muçulmana
2.5. Coimbra e a dinastia de Avis
2.6. Percursos artísticos de Coimbra: do Renascimento ao Barroco
2.7. A refundação da Universidade ao tempo de D. João III
2.8. Do século XVI às Reformas Pombalinas da Universidade
2.9. Descrições de Coimbra da Época Moderna

I. Romanos e Templários

1.1. Coimbra e Conimbriga
1.2. O Foral de Condeixa
1.3. A villa romana do Rabaçal
1.4. Muralhas e castelos em Soure, Penela e Pombal

II. O Litoral

2.1. Figueira da Foz: a outra cidade do Mondego
2.2. Tocha, Quiaios e Buarcos
2.3. Montemor-o-Velho um castelo paradigmático
2.4. Tentúgal e Ançã: doçaria e cantaria

III. A Serra

3.1. Lousã: do castelo às aldeias de xisto
3.2. Miranda do Corvo: convento e santuário
3.3. As igrejas de Vila Nova de Poiares
3.4. O rio de Góis

IV. Entre o Alva e o Mondego

4.1. O Mosteiro do Lorvão
4.2. Moinhos e doces de Penacova
4.3. S. Pedro e Estrela de Alva
4.4. Caminhos da Beira (Lourosa, Tábua e Oliveira do Hospital)

V. Mondego, Bairrada e Lis

5.1. Mealhada e Anadia
5.2. As termas do Luso e da Curia
5.3. Buçaco: batalhas e palácios
5.4. A zona de Leiria


OBJETIVOS

São objectivos da disciplina:
- Compreender a evolução histórica da cidade de Coimbra ao longo dos tempos;
- Reconhecer manifestações do património cultural da cidade e o seu contributo para uma afirmação identitária;
- Compreender a importância dos fenómenos que marcaram o processo histórico da cidade de Coimbra;
- Reflectir sobre as dimensões sociais, culturais, económicos, políticos e culturais que marcam a identidade, o desenvolvimento e a contemporaneidade de Coimbra;

 

METODOLOGIA

Propomos uma abordagem activa aos conteúdos propostos, que resultará, esperamos, num enriquecimento dos próprios. Assim apostamos na participação activa das aulas práticas.

Incentivar-se-á o recurso a metodologias diversificadas: enquadramento na História de Portugal e da Europa; debate sobre os conteúdos leccionados; análise de documentos escritos, iconográficos e musicais; visionamento de pequenos documentários; e organização de visitas de estudo. Deste modo, os conteúdos a
leccionar deverão ser concretizados com recurso a aulas teórico-práticas e práticas, de forma a estimular o debate, a pesquisa de temas e problemas de âmbito histórico e o aprofundamento das questões programáticas.

 

BIBLIOGRAFIA

Apenas algumas sugestões. No decorrer das aulas, outras obras, mais gerais e
mais específicas, serão indicadas e/ou analisadas.

  • ALARCÃO, Jorge, “A evolução urbanística de Coimbra: das origens a 1940”.
    Cadernos de Geografia, Número especial, 1999.
  • COELHO, Maria Helena da Cruz, “Coimbra em tempos Medievais (séculos XIV-XV), in A História tal qual se faz. Coimbra: Edições Colibri, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2003, pp. 65-78.
  • FONSECA, Fernando Taveira da, A Universidade de Coimbra (1700-1771).
    Coimbra: Estudo social e económico, 1995.
  • MARTINS, Armando Alberto Martins, O Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra na Idade Média. Centro de História da Universidade de Lisboa, 2003.
  • OLIVEIRA, António de, A vida económica e social de Coimbra de 1537 a 1640. Coimbra, 1972.
  • RODRIGUES, Manuel Augusto, Chronologia Historiae Universitatis Conimbrigensis. Coimbra: Arquivo da Universidade, 1998.
  • ROSSA, Walter, Diversidade. Urbanografia do espaço de Coimbra até ao estabelecimento definitiva da Universidade. Dissertação de doutoramento policopiada.
    Coimbra: 2001.
  • SOARES, Sérgio Cunha, O município de Coimbra da Restauração ao Pombalismo, Coimbra: 2002, 3 vols.
  • ALARCÃO, Jorge, “A evolução urbanística de Coimbra: das origens a 1940”.
    Cadernos de Geografia, Número especial, 1999
  • FONSECA, Fernando Taveira da, A Universidade de Coimbra (1700-1771).
    Coimbra: Estudo social e económico, 1995.
  • «Coimbra no século XIX - breves “imagens” urbanísticas e sociais», Homenagem da Misericórda de Coimbra a Armando Carneiro da Silva (1912 - 1922), Coimbra-Viseu, Palimage Editores, 2003, pp. 21-90.
  • ROSSA, Walter, Diversidade. Urbanografia do espaço de Coimbra até ao estabelecimento definitiva da Universidade. Dissertação de doutoramento policopiada. Coimbra: 2001.
  • RODRIGUES, Manuel Augusto, Chronologia Historiae Universitatis Conimbrigensis. Coimbra: Arquivo da Universidade, 1998.
 
Dr. Sérgio Neto

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

1. Mito de Europa e mito da Europa

O rapto de Zeus e o rapto das Sabinas
Os nomes da Europa
Os rostos da Europa
Os símbolos da Europa

2. Geografias reais e imaginadas

O Cabo da Ásia
Tróias e Ítacas
As cidades e as utopias
As fronteiras da Europa
Velho Continente e Novos Mundos

3. O Mediterrâneo

Um mar, muitos mares
O mar verde
O mar branco
O nosso mar
O grande mar

4. O Ocidente (“nós” e os “outros”)

Explorações e exploradores
Nómadas e sedentários
Cristianismo, Islamismo e Secularismo
Orientalismos e Ocidentais

5. Os grandes senhores da guerra

Da falange grega à legião romana
O cavaleiro medieval e o mercenário moderno
O exército embrião do Estado Nacional?
Entre as duas guerras mundiais… E depois?
Tratados e projectos de paz

6. Uniões Europeias

O projecto de Alexandre Magno
A Pax Romana
Carlos Magno e os Otões
A Respublica Christiana
Impérios onde o Sol nunca se punha
As águias napoleónicas
A Nova Ordem Europeia de Hitler
CECA – CEE – UE

 

BIBLIOGRAFIA

Apenas algumas sugestões de leitura. No decorrer das aulas, outras obras, mais gerais e mais específicas, serão indicadas e/ou analisadas.

  • ABULAFIA, David, The Great Sea. A Human History of the Mediterranean.
    London: Penguin Books, 2014.
  • CASTELO, Cláudia, “O modo português de estar no mundo”. Porto: Edições Afrontamento, 1999.
  • KEEGAN, John, Uma História da Guerra. Lisboa: Tinta-da-China, 2009.
  • KEEGAN, John, A Primeira Guerra Mundial. Porto: Porto Editora, 2014.
  • POLIAKOV, Léon, O Mito Ariano: ensaio sobre as fontes do racismo e dos nacionalismos. S. Paulo: Editora Perspectiva, 1985.
  • REAL, Miguel, Portugal. Ser e Representação. Lisboa: Difel, 1998.
  • RIBEIRO, Maria Manuela Tavares, A Ideia de Europa, Uma perspectiva Histórica.
    Coimbra: Quarteto, 2003.
  • SAID, Edward, Orientalismo. Lisboa: Edições Cotovia, 2004.
  • SMITH, Anthony, Nacionalismo. Lisboa: Editorial Teorema, 2006.
  • WINCHESTER, Simon, Atlântico. Lisboa: D. Quixote, 2013.
 
Dr. Sérgio Neto

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

1. A Europa das nações e das quase-nações

O que é o nacionalismo?
Os iberos e o caso português
O modelo francês
O mosaico espanhol
O enigma da Bélgica
Ruténia e Lapónia

2. Questão nacional, questão colonial

Que língua falava Adão?
Os filhos de Noé
As migrações arianas
O fardo do Homem Branco
“Deus criou o Homem e o português criou o mulato”

3. A Europa dos intelectuais

Monges copistas e mestres escolásticos
Os humanistas renascentistas
O Homem é naturalmente bom ou é lobo do Homem?
O século das revoluções
O intelectual da contemporaneidade

4. “Depois de Altamira, tudo é decadência”

Arcaísmos e Classicismos
No tempo das catedrais e dos palácios
O esplendor do Barroco
No limiar da contemporaneidade
O século XX

5. Euterpe e Clio

Polifonias
Sob o signo de Beethoven
Revolucionários e Românticos
A Europa dos “ismos”

6. Portugal na balança da Europa

A balança de Almeida Garrett
A Geração de Setenta e os Vencidos da Vida
Os republicanos
Do Estado Novo à III República

 

BIBLIOGRAFIA

Apenas algumas sugestões de leitura. No decorrer das aulas, outras obras, mais gerais e mais específicas, serão indicadas e/ou analisadas.

  • ABULAFIA, David, The Great Sea. A Human History of the Mediterranean.
    London: Penguin Books, 2014.
  • CASTELO, Cláudia, “O modo português de estar no mundo”. Porto: Edições Afrontamento, 1999.
  • KEEGAN, John, Uma História da Guerra. Lisboa: Tinta-da-China, 2009.
  • KEEGAN, John, A Primeira Guerra Mundial. Porto: Porto Editora, 2014.
  • POLIAKOV, Léon, O Mito Ariano: ensaio sobre as fontes do racismo e dos nacionalismos. S. Paulo: Editora Perspectiva, 1985.
  • REAL, Miguel, Portugal. Ser e Representação. Lisboa: Difel, 1998.
  • RIBEIRO, Maria Manuela Tavares, A Ideia de Europa, Uma perspectiva Histórica. 
    Coimbra: Quarteto, 2003.
  • SAID, Edward, Orientalismo. Lisboa: Edições Cotovia, 2004.
  • SMITH, Anthony, Nacionalismo. Lisboa: Editorial Teorema, 2006.
  • WINCHESTER, Simon, Atlântico. Lisboa: D. Quixote, 2013.
 
 

- O Barroco como período musical.
- A Monodia: o início d Ópera.

- A música vocal profana no início do barroco: a evolução do Madrigal, a Prima e a Seconda Prattica, o Basos Ostinato, a Cantata, a origem do Baixo Contínuo.

- A música vocal religiosa no início do Barroco.
- A evolução da Ópera Barroca fora de Itália.
- A música instrumental no início Barroco.

- A música vocal profana e religiosa na segunda metade do séc. XVII.
- A evolução da música instrumental no fim do séc. XVII até ao princípio do séc. XVIII: a música da tecla.

- Corelli e Sonata barroca.

- Corelli e o Concerto Grosso. A influência de Corelli na música europeia do séc. XVIII:

- António Vivaldi e a evolução do concerto instrumental.
- Rameau e a evolução da teoria musical no final do Barroco.
- Georg Friederich Handel.
- Johann Sebastian Bach.
- A formação do Estilo Clássico.

- A música instrumental no período pré-clássico: a Sonata e a Sinfonia.

- A Ópera Seria e a Ópera Buffa no período pré-clássico.
- A Ópera em França, em Inglaterra e na Alemanha. O Lied alemão.
- A Ópera em Portugal no séc. XVIII.
- A evolução social da música e da vida musical no séc. XVIII.
- O Classicismo Vienense: Joseph Haydn, Wolfgang Amadeus Mozart.

 

Dr. Paulo Moniz

3 – Filosofia Cristã

3.1. – Até século 12

3.1.1. – Final da Antiguidade Clássica

3.1.1.1. – Agostinho de Hipona
3.1.1.2 – Boécio
3.1.2 – Escolástica Antiga
3.1.2 – Anselmo de Cantuária
3.1.3 – Pedro Abelardo
3.2 – Depois do Século12
3.2.1 – Apogeu da Escolástica [alguns pensadores mais relevantes]
3.2.2 – Tomás de Aquino
3.2.3. – João Duns Escoto
3.2.4 – Guilherme de Ockham
3.3 – Filosofia Escolástica
3.3.1 – Condições históricas
3.3.2 – Método

4 – Filosofia não Cristã

4.1 – Avicena
4.2 - Averrois
4.3 - Maimónides

5 – Renascimento e Filosofia do Mundo Novo

Dr. Alfredo Reis
Objectivos Aqui
Dr.ª Eugénia Rodrigues
Objectivos Aqui
Professora Sandra Silva

Apresentações Electrónicas (PowerPoint)

Noção e utilidade
Iniciar o PowerPoint
Terminar uma sessão de PowerPoint
Guardar uma apresentação
Abrir e fechar uma apresentação
Criar uma apresentação em branco
Operações com diapositivos
Escrever no PowerPoint
Desenhar no PowerPoint
Inserir e formatar objectos
WordArt
Apagar, mover, copiar e redimensionar objectos
Rodar, inverter, alinhar e distribuir objectos
Ordenar, agrupar, desagrupar e reagrupar objectos
Fundos
Texto
Inserir Imagens
Filmes e Som
Gráficos
Efeitos de animação e transição de diapositivos
Cabeçalhos e rodapés
Impressão

Dr.ª Sandra Silva

Noções básicas de Informática

Principais componentes do computador
Suportes de Informação
Unidades de medida

Utilização do sistema operativo

Início de uma sessão de trabalho com o computador
Utilização do rato e do teclado
Ambiente de trabalho do Windows
Encerramento de uma sessão de trabalho com o computador
Utilitários de acessibilidade do sistema operativo
Operações com janelas (abrir, fechar, maximizar, minimizar e restaurar)
Conceitos de ficheiro e de pasta
Criação de pastas
Organização de pastas
A Reciclagem
Utilização de suportes amovíveis de informação (Pendrive, Máquina fotográfica, etc.)

Conceitos básicos de Internet

Serviços/funcionalidades da Internet mais utilizadas
Web (páginas Web, sites Web e portais Web)
Motores de busca
Correio electrónico (e-mail)

Browser (Internet Explorer)

Início de uma sessão de trabalho com um browser
Componentes de ambiente de trabalho de um browser
Encerramento de uma sessão de trabalho com um browser

Utilização da Internet (Web)

Navegação na Web
Acesso a uma página (site)
Retroceder
Avançar
Parar
Actualizar
Página Inicial (Homepage)
Favoritos
Histórico
Pesquisa de informação na Web
Redes Sociais

Correio electrónico

Funcionalidades do correio electrónico
Criação de uma conta de correio electrónico
Consulta do correio electrónico
Ambiente de trabalho de uma caixa de correio
Componentes de uma mensagem de correio electrónico
Passos para enviar uma mensagem electrónica
Elaboração de uma mensagem de correio electrónico
Envio de mensagens de correio electrónico (com ou sem ficheiros anexos)
Leitura de mensagens
Eliminação de mensagens
Resposta a mensagens
Reencaminhamento de mensagens
Gravação de anexos

Dr.ª Sandra Silva


Processamento de texto

Função de um processador de texto;
Início de uma sessão de trabalho com um processador de texto;
Descrição do ambiente de trabalho de um processador de texto;
Componentes do ambiente de trabalho;
Regras de digitação na introdução de texto;
Criar, guardar, abrir e fechar documentos;
Encerramento de uma sessão de trabalho;
Selecção de texto de um documento;
Formatação de caracteres;
Formatação de parágrafos;
Formatação de páginas;
Anulação e reposição de comandos;
Eliminação de texto de um documento;
Operação "copiar e colar" texto de um documento;
Operação "cortar e colar" texto de um documento;
Correcção ortográfica e gramatical;
Inserção de imagens;
Cabeçalhos e Rodapés;
Impressão de um documento de texto;
Inserção de Tabelas.

Dr.ª Sandra Silva

As aulas de inglês I visam ampliar os conhecimentos dos alunos nas quatro componentes fundamentais da comunicação: compreensão e expressão oral, leitura e escrita. Serão ainda abordados diversos conteúdos gramaticais que irão permitir a reflexão sobre o funcionamento da língua inglesa. Assim sendo, no final do ano letivo, os alunos deverão ser capazes de:

  • ler e compreender pequenos textos escritos;
  • ouvir e compreender diálogos/mensagens orais;
  • comunicar através de estruturas simples, usadas no quotidiano;
  • produzir pequenos textos.


Será concluído o manual adotado e provavelmente iniciar-se-á o manual correspondente ao nível seguinte:

Soars, John and Liz, New Headway Elementary Student’s Book, third edition, Oxford University Press, UK, 2008.

Soars, John and Liz, Wheeldon, Sylvia, New Headway Elementary Workbook with key, third edition, Oxford University Press, UK, 2008.

 

Iniciar-se-á o manual correspondente ao nível seguinte:

Soars, John and Liz, New Headway Pre-Intermediate Student’s Book, third edition, Oxford University Press, UK, 2008.
Soars, John and Liz, Wheeldon, Sylvia, New Headway Pre-Intermediate Workbook with key, third edition, Oxford University Press, UK, 2008.
Soars, John and Liz, New Headway Pre- Intermediate Student’s Book, third edition, Oxford University Press, UK, 2008.
Soars, John and Liz, New Headway Pre-Intermediate Workbook with key, third edition, Oxford University Press, UK, 2008.

 

Conteúdos programáticos a concluir:

UNIT

GRAMMAR VOCABULARY EVERYDAY ENGLISH

Life’s an adventure!

(A vida é uma aventura!)

- Future plans: going to;
- Infinitive of purpose;

- Verbs: sneeze, jump, fall…
- The weather: sunny, rainy cloudy…

- Making suggestions:
What shall we do?
Let’s go swimming!

Storytime.

(Hora do conto)

 

- Question forms: why? How
many? Which?...
- Adjectives and adverbs: quick/quickly…

 - Describing feelings: bored, worried…
- At the chemist’s: aspirin, plasters, soap, deodorant…

- At the chemist’s:
I´m looking for some aspirin.

 

Have you ever...?

(Já alguma vez…?)

 

- Present Perfect;
- Time expressions: ever,
never, just, yet;
- Past simple and present perfect

- Past participles: eaten, cooked…
- At the airport: departure, check in…

- At the airport:
Check in your luggage!
Go to gate 4.

 

 

Conteúdos programáticos a iniciar:

UNIT

GRAMMAR VOCABULARY EVERYDAY ENGLISH

Getting to know you

- Tenses: presente, past,
future;
- Making questions: Who…?/
Why…?/ How much…?/etc

- Parts of speech: adjectives
and prepositions;
- Words with more than one
meaning:

- Social expressions:
Have a good weekend!
Same to you!

The way we live

 

- Present tenses: present
simple and present
continuous;
- Have vs. Have got.

- Collocation daily life: have
breakfast, text your friends, do
your homework…

- Making a conversation,
asking questions and showing
that you are interested:

 

What happened next?

 

- Past tenses: past simple and past continuous;

- Past forms;
- Making connections:
lose/find, break/mend…
- Adverbs.

- Time expressions: saying and writing the date, telling the time, etc.

 

DADOS PESSOAIS

Nome: Dora Leonor Ferreira de Almeida
Morada: Rua da Liberdade n.º 104, Casa 1, Adémia de Cima, 3025 – 006 Coimbra
Naturalidade: Coimbra (Sé Nova)
Data de Nascimento: 13/03/1977
E-mail: dora13almeida@gmail.com

 

HABILITACÕES ACADÉMICAS

  • Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Franceses e Ingleses – Ramo de Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (2003);
  •   Pós-graduação em Gestão e Administração Escolar pela Universidade Internacional da Figueira da Foz (2005).

 

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

  • Desde 2009 até ao presente - professora de Inglês na Universidade do Tempo Livre;
  • Desde 2005 até ao presente - professora de Inglês em Escolas Básicas do 1º Ciclo, no âmbito do Programa de Generalização do Ensino de Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico; 
  • Ano letivo de 2002/2003 - professora de Inglês e Francês na Escola Secundária da Lousã, no âmbito do Estágio do Ramo de Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 

 

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Desde 2002 que tem feito inúmeras formações sobretudo no que diz respeito ao ensino do Inglês, promovidas por diversas instituições, nomeadamente pela Universidade de Coimbra, Direção Regional de Educação do Centro e  British Council.

As aulas de inglês II visam ampliar os conhecimentos dos alunos nas quatro componentes fundamentais da comunicação: compreensão e expressão oral, leitura e escrita. Serão ainda abordados diversos conteúdos gramaticais que irão permitir a reflexão sobre o funcionamento da língua inglesa. Assim sendo, no final do ano letivo, os alunos deverão ser capazes de:

  • ler e compreender textos escritos;
  • ouvir e compreender diálogos/mensagens orais;
  • comunicar através de estruturas simples e/ou complexas, usadas no quotidiano;
  • produzir textos.

 

Será dada continuidade ao manual adotado:

Soars, John and Liz, New Headway Intermediate Student’s Book, Fourth edition, Oxford University Press, UK, 2009.

Soars, John and Liz, New Headway Intermediate Workbook with key, Fourth edition, Oxford University Press, UK, 2009.

Conteúdos programáticos:

UNIT

GRAMMAR VOCABULARY EVERYDAY ENGLISH

Going places

- Time clauses: as soon as,
while, when, until…
- First conditional

- Hot verbs: make, do, take,
get;
- Verbal expressions: do me a
favour, get ready, make up
your mind…

- Directions:
The hotel is opposite the car
park.
Excuse me, is there a
supermarket near here? …

Things that changed the
world

- Passive voice

- Verbs and nouns that go
together: discover gold, tell a
lie, lose weight…

- Telephoning:
Is that Pete?
This is John.
We were cut off.
- Music of English: intonation
with numbers.

 

What if…?

- Second conditional
- Modal verb might

- Literal phrasal verbs: go
away, take off your coat…
- Idiomatic phrasal verbs: I gave up my job, the plane
took off…

- Exclamations with so and
such:
I was so scared!
It was such a shock!
- Music of English: sentence
stress;

Trying your best - Present perfect continuous
- Present perfect simple
versus continuous
- Hot verbs: bring, take,
come, go;
- Verbal expressions with hot
verbs.
- Social expressions 2:
Excuse me! Can I get past?
Thank you for having me.

 

DADOS PESSOAIS

Nome: Dora Leonor Ferreira de Almeida
Morada: Rua da Liberdade n.º 104, Casa 1, Adémia de Cima, 3025 – 006 Coimbra
Naturalidade: Coimbra (Sé Nova)
Data de Nascimento: 13/03/1977
E-mail: dora13almeida@gmail.com

 

HABILITACÕES ACADÉMICAS

  • Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Franceses e Ingleses – Ramo de Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (2003);
  •   Pós-graduação em Gestão e Administração Escolar pela Universidade Internacional da Figueira da Foz (2005).

 

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

  • Desde 2009 até ao presente - professora de Inglês na Universidade do Tempo Livre;
  • Desde 2005 até ao presente - professora de Inglês em Escolas Básicas do 1º Ciclo, no âmbito do Programa de Generalização do Ensino de Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico; 
  • Ano letivo de 2002/2003 - professora de Inglês e Francês na Escola Secundária da Lousã, no âmbito do Estágio do Ramo de Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 

 

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Desde 2002 que tem feito inúmeras formações sobretudo no que diz respeito ao ensino do Inglês, promovidas por diversas instituições, nomeadamente pela Universidade de Coimbra, Direção Regional de Educação do Centro e  British Council.

As aulas de inglês III visam ampliar os conhecimentos dos alunos nas quatro componentes fundamentais da comunicação: compreensão e expressão oral, leitura e escrita. Serão ainda abordados diversos conteúdos gramaticais que irão permitir a reflexão sobre o funcionamento da língua inglesa. Assim sendo, no final do ano letivo, os alunos deverão ser capazes de:

  • ler e compreender textos escritos;
  • ouvir e compreender diálogos/mensagens orais;
  • comunicar através de estruturas simples e/ou complexas, usadas no quotidiano;
  • produzir textos.

 

Manual adotado::

Soars, John and Liz, New Headway Advanced Student’s Book, Third edition, Oxford University Press, UK, 2009.
Soars, John and Liz, New Headway Advanced Workbook with key, Third edition, Oxford University Press, UK, 2009.

Conteúdos programáticos:

UNIT

GRAMMAR VOCABULARY EVERYDAY ENGLISH

Our land is your land!

Avoiding repetition:
-missing words out;
-reduced infinitives;
-synonyms in context.

Describing nationalities:
Scotland, Scottish, a Scot…

British and American English:
flat/apartment…

Never lost for words!

Tense review:
-simple and continuous;
-perfect and non-perfect;
Active and passive.

Phrasal verbs: literal and
metaphorical.

Sounds and spelling: tough,
bought, cough, dough…
Homophones.

 

Big business

Adverb collocations;
Adverbs with two forms.

Describing trends;
Comparing statistics.

Word linking and intrusive
sounds.

Celebrity Discourse markers: quite
honestly / as I was saying…
Synonyms and antonyms. Tags and replies: You haven’t
seen my car keys, have you?
 
Love is…? Ways of adding emphasis. Proverbs and poetry about
love.
Getting emotional: sounding
anxious, grateful, etc.
Newspeak Distancing the facts:
-passive instructions
-seem and appear
Nouns formed from phrasal
verbs
Responding to news
Sounding sarcastic

 

DADOS PESSOAIS

Nome: Dora Leonor Ferreira de Almeida
Morada: Rua da Liberdade n.º 104, Casa 1, Adémia de Cima, 3025 – 006 Coimbra
Naturalidade: Coimbra (Sé Nova)
Data de Nascimento: 13/03/1977
E-mail: dora13almeida@gmail.com

 

HABILITACÕES ACADÉMICAS

  • Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Franceses e Ingleses – Ramo de Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (2003);
  •   Pós-graduação em Gestão e Administração Escolar pela Universidade Internacional da Figueira da Foz (2005).

 

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

  • Desde 2009 até ao presente - professora de Inglês na Universidade do Tempo Livre;
  • Desde 2005 até ao presente - professora de Inglês em Escolas Básicas do 1º Ciclo, no âmbito do Programa de Generalização do Ensino de Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico; 
  • Ano letivo de 2002/2003 - professora de Inglês e Francês na Escola Secundária da Lousã, no âmbito do Estágio do Ramo de Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 

 

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Desde 2002 que tem feito inúmeras formações sobretudo no que diz respeito ao ensino do Inglês, promovidas por diversas instituições, nomeadamente pela Universidade de Coimbra, Direção Regional de Educação do Centro e  British Council.

À semelhança da metodologia seguida em anos anteriores no que respeita a escolha e organização de conteúdos programáticos desta disciplina, também este ano foi efetuada, com essa finalidade, reunião de alunos e professora.

  1. Noções Básicas de História e Teoria da Literatura
  2. Florbela Espanca
    Prosa
    Verso
  3. Mário de Sá Carneiro
    Poesia
  4. Eça Queiroz
    A Ilustre Casa de Ramires
  5. David Mourão Ferreira
    Contos
    Poesia
  6. Aquilino Ribeiro
    O Malhadinhas
  7. M. L. Mercês de Melo
    Poesia
  8. Mia Couto
    Jesusalém
  9. Luandino Vieira
    Vidas Novas

 

Duração: Anual
Dias: 3ª e 5º feira
Hora: 10H15 às 11H45

 

Dr.ª Maria Edite Ferreira
2 – Religiões Antigas
2.3 – Religiões do próximo Oriente
2.4 – Religiões da Grécia
2.5 – Religião Romana
2.6 – Outras Religiões da Europa
3 – Religiões do Oriente Asiático
3.1 – Hinduísmo
3.2 – Budismo
3.3 - Religiões da China
3.4 – Outras Religiões do Oriente
4 – Religiões Monoteístas
4.1 - Judaísmo
4.2 – Cristianismo
4.3 – Islão
 
Dr. Alfredo Reis
Pilates é uma técnica de condicionamento físico criada pelo alemão Josefh Pilates, que trabalha o corpo e a mente, onde a respiração é sempre coordenada com o movimento. Os exercícios são disciplinados, controlados e direcionados, com a finalidade de fortalecer os ligamentos e as articulações, aumentar a flexibilidade e alongar o corpo. 
Existem algumas versões do Pilates: o Mat Pilates (Pilates no Tapete) e o Ball Pilates (com bolas). Se o Pilates também trabalha a mente, ele pode ser considerado uma atividade parecida com o Yoga? Não pode. Quando Joseph Pilates criou estes exercícios teve várias influências, entre elas, o Hatha Yôga. No entanto o Pilates é um sistema com características próprias por isso diferente do Yôga podendo contudo complementar-se. 
Tanto no Pilates como no Yoga, trabalhamos a concentração, a consciência, o autocontrole, a respiração e o alongamento. As principais diferenças entre as duas técnicas estão na sequência e na dinâmica dos exercícios. O Pilates é um método de condicionamento físico e, atualmente, tem sido considerado uma das melhores formas de trabalhar o corpo e a mente.
Dr. Paulo Fernando

METODOLOGIA

O programa exposto será desenvolvido no decorrer do ano lectivo e está vocacionado para o desenvolvimento e aprofundamento das capacidades do aluno, no domínio da prática da Pintura. A metodologia a seguir terá em conta que os conhecimentos técnicos, a orientação pedagógica e a consciência crítica são elementos fundamentais para a formação do aluno, constituindo a base estrutural para a concepção e realização do seu trabalho.

As aulas terão uma vertente teórico-prática, de forma a:
- Desenvolver capacidades de reflexão sobre a plasticidade estética dos materiais, promovendo o conhecimento das relações e condicionantes implicadas nesse processo;
- Observar obras inseridas nos diferentes movimentos artísticos, com intuito de motivar e fundamentar a elaboração de trabalhos por parte dos alunos;
- Proporcionar a aquisição conhecimentos básicos essenciais, mediante a introdução atempada de conteúdos teóricos adequados e relacionados. Neste sentido haverá uma abordagem das características básicas essenciais dos movimentos artísticos mais marcantes da História da Pintura.

O trabalho prático vai sendo complementado através da vertente teórica, no sentido de fornecer os subsídios necessários e essenciais ao domínio da técnica. Haverá a preocupação em motivar o aluno no sentido da execução de obras de sua autoria, reveladoras de linguagem plástica própria e com o máximo de qualidade técnica e estética. Dada a especificidade e diversidade de trabalhos em execução durante as aulas, o acompanhamento terá uma vertente individual acentuada, havendo contudo a preocupação de transmitir a todos os alunos as preocupações e soluções encontrada para cada caso.

 

CONTEÚDOS

Estudo da Forma e da Cor na Pintura
- Círculo cromático
- Cores primárias e complementares
- Obtenção de cores a partir das primárias
- Mistura de cores, pigmentos, tons
- Uso e comportamento da tinta
- Perspectiva, luz, sombras
- Linha, mancha, volumes, planos
- Composição, equilíbrio, cor e movimento

Materiais
- Suportes - telas, papel, madeira, cartão, etc.
- Uso de pincéis, espátulas ou outros
- Exploração de diferentes materiais conjugados com a pintura

Técnicas
- Pintura a óleo, acrílico, pastel, lápis de cor, técnicas mistas, relevos, texturas, colagem…
- Transposição de imagens para o suporte
- Características e materiais adequados às diversas técnicas.

PRÁTICA DA PINTURA
- Pintura de paisagem, natureza morta, cenas de género, figura, pintura abstracta e composições mistas com base em modelos
- Trabalho de atelier com execução de obras e técnicas à escolha dos alunos, sempre sob a orientação da docente.

EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS
Prevê-se a exposição dos trabalhos realizados, no sentido de divulgar o trabalho desenvolvido no decorrer do ano lectivo e promover a prática artística e o desenvolvimento da auto-estima.

 

OBJECTIVOS

Desenvolver capacidades de percepção, comunicação e criatividade, bem como de expressão através da cor;
- Percepcionar e aplicar diferentes harmonias cromáticas;
- Reconhecer e aplicar os conceitos de volume, profundidade espacial, modelação da luz e da sombra através da cor;
- Habilitar o aluno no sentido de ser capaz de reconhecer e aplicar os contrastes, um dos mais relevantes meios de expressão;
- Levar em consideração os aspectos psicológicos e emocionais da cor, assim como dos seus aspectos subjectivos;
- Desenvolver no aluno um nível de expressão mais elevado e autónomo;
- Levar o aluno à observação e reprodução de obras, permitindo-lhes uma experimentação enriquecedora na busca da harmonia e equilíbrio cromático;
- Proporcionar ao aluno a aquisição de conhecimentos práticos com base nas diferentes técnicas de pintura e consequentemente nos materiais e utensílios a utilizar, numa perspectiva especificamente pictórica;
- Dar ao aluno a capacidade de usar técnicas diversas no exercício da pintura;
- Contribuir para o desenvolvimento de um pensamento visual, agregando teoria e prática, permitindo ao aluno uma constante experimentação plástica e reflexão sobre os meios utilizados;
- Promover um saudável convívio e troca de experiências, com desenvolvimento das funções de carácter psicossocial essenciais no dia-a-dia, no sentido de motivar para a prática artística e frequências das aulas.

 

Nasceu em Nova Lisboa, Angola
Licenciada em Pintura pela EUAC – Escola Universitária das Artes de Coimbra
Mestrado em Comunicação Estética – EUAC – Coimbra
Decoração de Interiores – Instituto Luso-Brasileiro, Angola
Serigrafia, Vitral, Pintura Cerâmica, Artes Decorativas, Pintura em Porcelana
Professora do Ensino Básico
Membro da SNBA – Sociedade Nacional de Belas Artes
Membro da Magenta – Associação dos Artistas pela Arte
Membro do Mac – Movimento Artístico de Coimbra
Referenciada no Anuário Galeria I – FIARTE 2011
Referenciada no Livro de Artistas da Magenta, 1.ª Ed. Fevereiro de 2010
Leciona Pintura na Universidade do Tempo Livre, ANAI, Coimbra
Leciona Pintura na Associação de Artista Magenta, Fig. Foz
Desenvolve a sua atividade em Coimbra e Figueira da Foz
www.conceicaomendespintura.blogspot.com
 
Prémio de Pintura “MONDEGO 2010” – Museu da Água, Coimbra
Prémio de Pintura “V CERTAMEN DE PINTURA” 2007 – Villafranca de Los Barros, Badajoz, Espanha
Conferência “Plasticidade e pretextos narrativos – A obra de Júlio Pomar”, 2011, FIARTE, Coimbra
Palestra “Caminhos da Pintura”, 2010, Galeria Minerva, Coimbra
Congresso “Ciantec’09”- Universidade de Aveiro, Aveiro
Acão de pintura “Sardinha Parade” 2009, Figueira da Foz
Está representada em diversas Instituições e coleções particulares.
Participa regularmente em exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro.
Ao longo da sua obra tem percorrido um caminho diversificado, rico em vivências e experiências plásticas, privilegiando a cor em composições extremamente ricas e equilibradas. O seu trabalho revela grande preocupação plástica, numa constante articulação com os pretextos narrativos que lhe são subjacentes e são ponto de partida para as suas criações. Vai construindo a sua obra ajustando as temáticas à técnica, tomadas aquelas apenas como pretexto e libertas da pretensão de representação da realidade em pintura…
cm
[…]
Na pintura de Conceição Mendes encontramos o lume no repouso. O modo de a expressão não ser contraditória é perceber em que condições e com que consequências o lume pode ser o próprio modo de ser das coisas, o próprio modo de ser da pintura: encerrar a pintura na sua própria lógica e dar-lhe uma tranquilidade demarcada do mundo, através dos processos próprios da pintura (incluindo a titulação, recurso de sabor Duchamp) mas encarregar a pintura de transportar nesses seus meios próprios, as cores, as formas e os espaços, o fogo que ainda não crepita mas que o pintor, vulcanólogo subtil, já é capaz de figurar.
ANTÓNIO PEDRO PITA

 

Atividades Complementares: Palestras, Visitas Culturais, Espetáculos, Passeios e Convívios